Brasilia - Para esclarecer as dúvidas de 340 detentas provisórias sobre seus processos, um grupo de dez defensores públicos do Distrito Federal fez um mutirão na penitenciária, que fica a 30 quilômetros de Brasília. Os profissionais vão analisar os casos e verificar o andamento dos processos judiciais.
Segundo a coordenadora do Núcleo de Defesa da Mulher da Defensoria Pública, Dulcielly Almeida, é a primeira vez que a ação ocorre no Distrito Federal voltada especificamente a presas que não tenham sido condenadas. “Vamos verificar, individualmente, a situação jurídica dessas presas, que estão em situação de flagrante ou em prisão preventiva, e tomar as medidas cabíveis”, disse.
O convívio com a filha de 3 meses é a principal motivação para "fazer diferente da próxima vez". Após cumprir parte da pena de cinco anos e oito meses por roubo, Ana Paula Carvalho, 21 anos, conseguiu progressão para o regime aberto, mas voltou. Ela está na Penitenciária Feminina do Distrito Federal, localizada na cidade do Gama, há dez meses, porque foi flagrada em uma tentativa de roubo. Informações Agência Brasil.




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